quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Surpresas da vida

Às vezes a vida revela-me surpresas inesperadamente assustadoras.
Ou sou eu que me meto em desafios para os quais, francamente, não sei se estou preparada.
Agora estou numa dessas situações.
Pode ser uma ótima experiência de vida. Ou pelo contrário, pode verificar-se uma situação devastadora, relegada ao fracasso e à dor emocional.
O certo é que assumi um compromisso com o qual chegou a hora de lidar, da forma mais harmoniosa possível.
Estou cheia de medo!
Não irei revelar aqui do que se trata. Pelo menos por enquanto, por motivos pessoais e porque envolve outras pessoas.
Mas é isto!
Assumi um compromisso, assim por impulso... E agora estou cheia de medo de não dar conta do recado.
O certo é que este compromisso, além do risco concreto, também é cheio de potencial e que pode resultar numa maravilhosa experiência de vida, recheada de surpresas agradáveis.
Vamos acreditar no ser humano e nas coisas boas da vida.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O melhor do meu fim de semana

O melhor do meu fim de semana foi acompanhar a Inês a tirar as rodinhas da bicicleta!
Há umas semanas atrás a Inês andava a dizer que gostava de aprender a andar de bicicleta sem rodinhas...
Já tinha pedido ao pai... sem sucesso!
Mais uma vez decidi armar-me em supermãe e lá fomos nós para a rua, preparadas para mais uma missão.
No fim de semana passado tirámos uma rodinha e treinámos bastante.
No sábado passado chegou o momento de tirar a outra rodinha!
E simplesmente assim... Uma menina começou a deslizar na bicicleta rua abaixo.
Quando dei por ela, enquanto eu me calçava para a acompanhar na aventura... Já as outras meninas me diziam lá da porta:
- Olhe que a Inês já vai a descer a rua de bicicleta!
Fiquei feliz e emocionada com a rapidez com que ela aprendeu a equilibrar-se em duas rodas.

Poupar no corte de cabelo!


Ando às voltas com as poupanças.
Quero economizar mais e ter uma vida, de fato, sustentável.
Desta vez, o alvo foi o cabelo!
Eu só corto o cabelo duas vezes por ano mas, mesmo assim, são euros que posso poupar se cortar o meu cabelo em casa.
Desde que li o post da Ariana que fiquei mesmo entusiasmada com a possibilidade de poupar no cabeleireiro.
E este fim de semana meti mãos à obra.
Vi os videos com muita atenção e cortei o meu próprio cabelo.
A seguir cortei o cabelo da minha filha.
Ficou mesmo muito bem.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Calendário do Advento!?

Mas que calendário é este que entrou na vida das pessoas e parece que é algum tipo requisito para confirmar o facto de sermos bons pais?!
Na minha casa não haverá calendário de advento.
Depois de andar vários dias stressada com a ideia de fazer o calendário do advento, decidi que não o irei fazer!
Pelo menos até que a Inês tenha idade suficiente para ler.
Aqui somos duas, uma tem 40 e outra tem 5.
Aqui não há tempo para fazer o calendário do advento.
Aqui trabalha-se fora e quando se chega a casa o tempo é para tratar das lides domésticas essenciais.
Aqui o tempo que sobra do jantar até dormirmos é pouco e é para nós duas, para desfrutarmos da companhia uma da outra.
Aqui monta-se a Arvore de Natal no dia 1 e ouvimos e cantamos musicas de Natal nos outros dias do mês.
A Inês recebeu de presente um presépio que montou na sala.
Já levámos o presente à professora, 2 ovos da nossa galinha.
Haverá festa na Escola, festa no meu trabalho, e outras festas que a época proporciona.
Aprendemos canções novas, que a Inês traz da Escola e nós procuramos no youtube para cantar juntas em casa.
Respondo a questões difíceis próprias do catolicismos como, quem é o menino Jesus? É verdade que nasceu numa gruta? A mãe é a Maria e o Pai é Deus? Então e o José, não é o pai? Respondem-se o melhor que se consegue e festejamos.
Festejamos o amor, a fraternidade, a igualdade, as mensagens próprias da época.
Haverá férias e uns dias para passar na casa da família do Algarve.
Haverá presentes, convívio com os primos, com a família, passear, ir à praia, mais tempo para nós.
Haverá tempo para festejar o espírito natalício perto daqueles de quem mais gostamos.
Chego à conclusão que as crianças são felizes com tão pouco! São felizes de maneira tão singela.
Nós adultos é que complicamos. Queremos fazer mais e melhor do que os outros...
Há vários anos que vejo calendários do advento na net e fico frustrada por não o fazer.
Este ano, não!
Este ano decidi que não quero fazer nenhum calendário do advento. Simplesmente, não preciso. A mim não me faz falta!
Eu serei feliz assim, à minha maneira, festejando o Natal sem calendário do advento.
Compromissos com dias marcados já tenho muitos, no trabalho, em casa...
Para mim, por agora, está muito bom assim.
E tenho a certeza que estamos a passar os dias da quadra natalícia muito, muito felizes!
E principalmente sem stress.
E afinal, como nasceu Jesus? De maneira tão simples, não é?

Vai uma sopinha?!

Quem adivinha do que é feita esta sopa?
Urtigas!
São urtigas do meu quintal.
Agora é gourmet! E é de facto deliciosa.
Este ano vou aproveitar bem os recurso do meu quintal e poupar uns trocos nas verduras. Além disso, são biológicas, sem químicos, tal como eu gosto.
A receita é normal, fiz tal como faço a sopa de nabiça ou de agriões.
Apenas é necessário usar luvas para tirar as folhinhas das urtigas.

Bon apetit!

domingo, 1 de dezembro de 2013

Tratamento para constipação

Aqui curam-se as constipações à moda antiga.
Nada de medicamentos produzidos pelas grandes multinacionais.
O tratamento que mais gostos inclui alimentos muito simples e naturais.

Ao acordar:
 - meio copo de água morna com propolis, mel e sumo de limão
dar pequenos goles, gargarejar e engolir

Pequeno almoço
- chá de casca de limão e gengibre adoçado com mel
- torradas de pão caseiro com azeite, alho picado e uma picada de flor de sal



Bom apetite! E boas melhoras.

O Melhor do Meu Dia... Galinheiro ou Casa de Bonecas?!

O melhor do meu dia, ontem, foi, sem dúvida o galinheiro.
Está está quase concluído, falta apenas a janela e a porta...
As galinhas ficam mesmo connosco! Se calhar até serem velhinhas!
Ontem, a Pita Pita estava tão feliz que até nos presenteou com um ovinho!
Há 3 semanas que estava de greve aos ovos... E agora pimba!
Entre o marteladas e serrações, decidiu entrar em trabalho de parto, mesmo ali, à nossa frente.
E eu claro, não queria importunar a bichinha, afinal também sou mãe!
Ainda parámos um bocado os trabalhos, para assistir ao parto e manter o silêncio adequado.
Mas o parto estava demorado e foi necessário continuar a trabalhar.
Por enquanto está aprovadíssimo pelas meninas.
A Inês e amiga quase o transformaram em casa de bonecas.



Ah! Como eu gosto da vida no campo!

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

O Melhor do Meu Dia

Sentir a gratidão em pleno Dia de Ação de Graças.
Assim que li aqui sobre "O Melhor do Meu Dia", fiquei maravilhada! Como é que alguém se lembra disto?!
Era o que eu queria fazer e não sabia! Decididamente vou aderir.
O melhor do meu dia passou a ser uma reflexão que faço geralmente à noite, quando já estou deitada e prestes a dormir.
Ontem, para celebrar o Dia de Ação de Graças, o melhor do meu dia foi ter feito esta reflexão em voz alta, com a Inês.
Assim, antes de dormirmos partilhámos sobre as coisas boas que aconteceram nesse dia.
Eu agradeci o melhor do meu dia e a Inês agradeceu o melhor do dia dela.
Ah, que surpresa boa! Que sensação maravilhosa... Foi um momento lindo, memorável!
A sério, não esperava nada de especial com esta atividade, mas foi um momento de revelação.
Senti uma alegria imensa, um quentinho por todo o corpo ao ouvir as palavras da Inês, a agradecer as coisas boas do seu dia.... Coisas tão simples! Como poderia eu imaginar que ela fica feliz e grava na sua memória experiências tão simples e tão fáceis de proporcionar.
Afinal, as crianças são felizes com tão pouco!
Eu gostei muito e quero mais!
Uma experiência a repetir!


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Dia de Ação de Graças e eu hoje agradeço...

Eu hoje agradeço!
Hoje inspirei-me aqui e decidi celebrar o Dia de Ação de Graças.
Um dia tradicionalmente celebrado na quarta quinta-feira de novembro e dedicado a mostrar gratidão por todas as coisas boas que aconteceram durante o ano.
Já tinha pensado em fazer uma série de posts dedicada ao tema da gratidão pela Crise, pela Troika, pelo Governo, por esta nova era de Vacas Magras, ou o que lhe queiram chamar.
O facto é que, apesar de não estar numa situação económica confortável, e de sentir insegurança face ao desenvolvimento do país, a maior parte das vezes consigo identificar várias coisas positivas que a crise me trouce.
Assim, neste dia de Ação de Graças agradeço as aprendizagens que estou fazendo e as experiências que estou tendo. Agradeço à Crise, à Troika, ao FMI, ao Governo e a todos os lideres deste país e do Mundo.
A partir de hoje, dedicarei posts de gratidão às situações boas que consigo construir em tempo de crise.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A minha vida perfeita

Moro numa pequena cidade no interior alentejano.
Pensava eu que ia ter algo parecido com a minha vida de sonho! Morar no campo, gente simples e acolhedora, acesso a uma vida natural, ar puro, alimentos biológicos,...
Ledo engano!
Quem sabe um dia terei coragem para dizer:
- Fiquem lá com os vossos venenos, os pesticidas, a produção intensiva, o consumismo, o diz que disse, os mexericos da vida alheia.... e by by...
Quem sabe um dia vou viver a vida saudável e livre com que sempre sonhei!
A sério, não penso em viagens, nem férias paradisíacas, nem carros topo de gama, nem casas xpto... Só penso em como gostaria de viver em comunidade, em harmonia com a natureza.
Ah! A minha vida perfeita!


E agradeço à Rita por me inspirar. Fizeste-me lembrar daquilo que teimo em esquecer!

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O Universo às vezes é tramado!

Sabia que não ia ser fácil, mas estava tão convencida que ia conseguir!
Afinal, acho que no mês passado não comprei nada mesmo! Porquê que agora, que anuncio publicamente a minha intensão de ficar Um Ano Sem Compras é que esbarro com aquilo que quero!

1 - Os collants
Comprei uns collants branco pérola, com torcidos que adoroooo!
Já no ano passado os queria comprar, mas como não eram propriamente baratos, esperei pelos saldos e depois já não havia o meu número...
A semana passada, resolvo entrar na mesma loja e perguntar pelos collants, na vã esperança que me dissessem que não repetem coleções.
Mas afinal, lá estavam eles! Os desejados collants branco perola com torcidinhos, ali, há minha espera!...
Pois lá tive que os comprar!
Preciso? Precisar não preciso, mas queria tanto!
Agora que estou no caminho do minimalismo é mesmo importante ter peças que aumentem as possibilidades de fazer vários looks, mesmo com pouca roupa.

2 - Pratos?!
Há vários anos que ando a ver pratos, mas tenho-me aguentado com os pratos velhos, um de cada nação, pois não encontrava aquilo que queria... a preço razoável, claro!
É preciso anunciar publicamente que iniciei Um Ano Sem Compras para encontrar à venda um conjunto de pratos que adoroooo e que procuro à vários anos, depois ter visto assim um semelhante numa loja a um preço astronómico.
Logo agora que eu tinha já decidido que, ainda não era este ano que ia reformar os pratos!
Bem, os pratos vieram comigo! Para amenizar o meu peso na consciência, logo à noite, a aquecer a sopa no microondas, partiu-se mais um prato dos velhos. É que além de ter a uso vários tipos de pratos, os de sopa não são adequados a microondas.
E eu pacifiquei-me mais um pouco com esta compra... Afinal fiz bem em comprar os pratos!

3 - Botinhas
Tinha também decido ficar este ano sem comprar botas. Afinal, tenho um par de botas castanhas muito boas, umas pretas de cano alto engraças mas que fico com os pés molhados quando chove e uns botins cremes já velhinhos, que também me molham os pés.
Além das botas tenho dois pares de sapatos que dão para usar nos dias mais secos. Às vezes ainda os calço, mas são do tempo em que eu ainda usava saltos e agora já não estou para sofrer!
O facto é que, para a chuva, só tenho um par de botas e que não dá para usar vários dias seguidos, porque é bom trocar diariamente... para arejarem, porque me fazem doer o dedo mindinho lá pelo terceiro dia de uso... Enfim, mil e uma desculpas...
E assim, lá comprei umas botinhas. Preço jeitoso, confortáveis qb, baixinhas... E só espero que não me molhem os pés.

Bom, fica a reflexão! Agora não estou capaz de decisões.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Hoje o meu coração está partido


Pita Pita, pensava que ias envelhecer cá em casa, e partilhar connosco os teus ovinhos de ouro.
Mas não conseguiste controlar os esfinteres e eu não aguentei mais limpar tanta ....
Mandei vir fraldas do outro lado do Atlântico, mas quando chegaram tu tinhas o dobro do tamanho e não nos adaptámos às fraldas.
Terás que partir para outro lar, onde muito provavelmente não vais chegar a envelhecer.
Levas o teu companheiro Pintarolas! Talvez ele seja o primeiro a partir, pois nem sequer põe ovos e os novos donos não têm o amor que eu vos tenho.
Tu és uma galinha esperta. Sabes escolher onde dormes e onde pões os ovinhos, sempre em locais seguros.
Passaste o verão no parapeito da janela, agora, que está de chuva, mudaste para o banco da casa de banho.
Se eu te deixasse vinhas dormir cá dentro de casa, como fazias quando ainda eras franga.
Mas agora não dá. Fazes umas bostas maiores e andas quase sempre de diarreia.
Tenho mesmo pena que não continues connosco, mas a minha sanidade mental está em risco. Passo o tempo a limpar e isso não é vida para mim!
Adeus Pita Pita! Adeus Pintarolas!
Vou sentir a vossa falta por um bom tempo...

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Como Eu vou ser mais Feliz em 2014

Depois de muiiiitoooosss meses a acompanhar blogs sobre organização, finanças, minimalismo,... eis que tomei a decisão de me focar em algumas ações que já começaram a dar frutos muitos positivos na minha vida.
Em 2014 quero caminhar mais de acordo comigo própria, ao meu próprio ritmo.
Sou muito mais feliz assim!
Para me encontrar comigo preciso de desconstruir alguns comportamento que não me fazem bem e implementar conscientemente novos hábitos, novas rotinas e ações, estas sim, que contribuem para o meu bem estar.

1 - Ficar um ano sem compras, de novembro 2013 a outubro 2014!
Nos últimos tempos, e obviamente impulsionada pela crise, tenho reduzido em muito as minhas compras.
No entanto, sempre que podia, lá ia eu toda contente fazer umas comprinhas. Há sempre algo que necessito!
Agora decidi que, mesmo tendo um dinheirinho, não vou utilizá-lo para comprar bens desnecessário. Vou usá-lo para alimentar o meu sonho!
Durante os próximos tempos as minhas compras resumem-se a bens essenciais, como:
- Alimentos, ponderados os preços para garantir uma alimentação, o mais possível, natural, saudável e económica;
- Alguns doces, ainda é o meu vicio e não passo sem! Não creio que consiga deixar... O foco vai ser na redução da quantidade.
- Utensílios ou vestuários que que necessitem ser substituídos ou reparados, por se encontrarem no seu fim de vida útil, ou danificados;
- Produtos de higiene pessoal e de limpeza doméstica, ponderados os preços e procurando cada, vez mais, produtos naturais e sustentáveis;
- Roupas e calçado para minha filha Inês, ponderado o preço e sua absoluta necessidade;
- Presentes de aniversário e Natal, preferencialmente em dinheiro, para poucas pessoas mais chegadas;
- Alimentos para os nossos animais domésticos a gata, a galinha e o galo.

2 - Fazer destralhamentos, um fim de semana por mês de 10% da tralha fora
Em outubro fiz um enorme destralhamento em casa.
Em 2 semanas reduzi 20% da tralha.
A casa ficou mais leve e agradável. E possibilitou que entrassem novas coisas lá em casa, que estão mais de acordo com as minhas necessidades.
Agora, a casa encontra-se novamente a precisar de um novo destralhe. É impressionante a rapidez com que a tralha invade o espaço!
Um fim de semana por mês teremos a brigada anti tralha lá em casa!

3 - Focar-me nas coisas boas da minha vida, escrevendo "O melhor do meu dia"
Na verdade, este processo já teve inicio. Contudo, desejo implementar o hábito de fazer esta atividade diariamente.
Como li aqui, vou anotar num caderninho diário "O melhor do meu dia!"
- Dar importância e alegrar-me com as pequenas coisas lindas que a natureza me oferece.
- Valorizar cada dia apenas por existir
- Valorizar a minha vida
- Edificar as pessoas
- Valorizar os amigos, em particular as minhas queridas Amigas!
Dizem os entendidos que as relações de amizade são fundamentais para seremos felizes!
E ainda tenho tanto para cresce aqui...

4 - Alimentar a minha poupança com pelo menos 10% do valor que recebo
Só há poucos meses, quando comecei a ler sobre educação financeira é que percebi o quando era inculta numa área tão importante.
Na altura em que comecei a trabalhar desconhecia totalmente o assunto e tinha a ilusão de que a vida se organizaria por ela própria trazendo-me a tão sonhada prosperidade.
Ledo engano!
Hoje, passados 14 anos, caminho a passos pequenos e firmes rumo à sustentabilidade económica.
Agora que já sei, quero aprender mais, poupar mais e investir mais.
Com esta poupança sinto-me mais tranquila relativamente ao futuro. Tanto ao meu, como ao da minha filha! E caso me surja alguma oportunidade poderei aproveitá-la!

5 - Aumentar a minha produtividade, registando e fazendo as 3 MIT diariamente
Este é talvez um dos meus maiores desafios. Já tentei, tem passado por altos e baixos.
Neste momento desejo comprometer-me apenas com um dos passos do método ZTD, de Leo Babauta, que é escolher as MIT (aqui) , que são as tarefas mais importantes do dia e fazê-las.
Durante um tempo fiz e com ótimo resultado. Andava animada com o trabalho, conseguia fazer o que me propunha e via os projetos a avançarem.
Depois, já não sei porquê, desmotivei. Deixei de planificar as MIT e consequentemente, deixei de as fazer.
Para me motivar é importante que, no dia anterior, deixe as tarefas registadas. E que no próprio dia, a primeira coisa a fazer assim que chegue ao trabalho, é a planificação das MIT e fazê-las de imediato.

6 - Mais saúde, reduzindo a quantidade de alimentos ingerido e de doces (ui!)
É um dos meus maiores desejos e também aquele onde me sinto mais vulnerável.
- Alimentação
Sou um bocado alarve, como muito!
Gostaria muito de iniciar uma dieta mais saudável, principalmente reduzir os doces, que me fazem tão mal... E comer menos quantidade de alimentos.
Estes são os dois factores que mais contribuem para o meu bem estar físico e fisiológico.
- Mexer o corpo
Depois, claro, implementar uma prática desportiva regular.
Pode ser ginástica, dança ou meditações ativas! Vou ver o que consigo fazer durante o ano 2014.
- Manter o meu nível energético elevado
Isto é o mais fácil, porque amo, dá-me prazer e sinto-me tão bem! Mesmo assim, às vezes não faço!
Atividade como Reiki, meditação, constelações sistémicas, atividades de autodesenvolvimento.
Fazer tudo aquilo que me dá prazer e me faz feliz!

7 - Iniciar a concretização do meu sonho, criando um espaço criativo, escrevendo e ilustrando-o
Apenas há alguns anos atrás redescobri que posso sonhar! E isso é bom, desejável e útil, para nos sentirmos bem e nos auto motivarmos.
Aprendi também que a concretização dos meus sonhos depende exclusivamente de mim!
Percebi que gosto de coisas que desconhecia sequer que existissem, ou que estivessem ao meu alcance.
Descobri que não sou a pessoa que eu pensava que era e que, hoje, apropriada mais um pouco de mim, continuo ainda à minha procura.
Tenho um grande sonho, O Meu Sonho!
O meu sonho é morar no campo, em comunidade, numa convivência de partilha, respeito e empenho pela integridade, expansão da consciência e pelo crescimento humano.
Por vezes desmotivo e acho que não vou chegar a viver em consciência.
Mas outras vezes, encho o peito e sinto a coragem de caminhar rumo à vivência desejada.
Todos os pontos acima indicados, conduzem-me para o encontro com o meu sonho.
Na verdade, é o meu sonho que me motiva para as ações com as quais me comprometo.
Sonho com uma vida mais despojada e natural, menos dependente de consumos materiais, com prosperidade e cujas ações são direcionadas para a sustentabilidade.
Em concreto, o meu compromisso aqui é responder às perguntas:
Onde é que estou hoje? Onde é que eu quero estar daqui a 2 anos, daqui a 5 anos e daqui a 10 anos?
Escrever, com todos os detalhes, o meu sonho e acrescentar desenho ou imagens bem criativas para me inspirar.

8 - Caminhar a um ritmo slowacordar às 7 horas diariamente
Inspirada inicialmente por este blog percebi que sou muito mais feliz quando estou num ritmo mais lento.
Por isso, este vai ser o meu lema para 2014 "Ana Margarida, go slowly!"
Até para mim, que não falo inglês, esta frase soa muito melhor em inglês, não é? Em português parece que estamos a ser demorados, preguiçosos... parece assim algo depreciativo... Mas porquê?
Um ritmo mais calmo é muito mais agradável! Eu sinto-me mais feliz, mais saudável, mais viva e criativa.
Uma das coisas que necessito é de me levantar um pouquinho mais cedo. Por volta das 7 horas.
Isto permite-me desfrutar de um ritmo mais calmo logo de manhã.
Estava a conseguir, aproveitando a mudança da hora... Vale a pena o esforço!

Estes pontos representam, no fundo, a expressão do meu compromisso comigo e com o caminho para uma vida mais plena e feliz que desejo manter em 2014.
E para já vou treinando, pois a vida é contínua e assim já vou no ritmo que quero em 2014.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Gosto do cheiro a pessoas!

Nunca fui requintada, e quase sempre abrutalhada, mas queria inserir-me no grupo das raparigas finas e polidas. Gostava de calçar saltos altos, para parecer mais alta e esguia, pôr umas pinturinhas no rosto, um batom para colorir os lábios, rimel para dar aquele destaque aos olhos... Cheguei a fazer nuances  (ou madeixas) para dar mais brilho ao cabelo... Perfume também usei, para cheirar bem e tornar a minha presença uma experiência agradavelmente deliciosa a quem se aproximasse. Enfim, uns toques de cosmética para mascarar quem eu realmente sou.
Um dia, a maternidade trouxe-me o confronto com a minha verdade nua e crua.
Agora não havia tempo nem vontade para maquilhagens nem perfumes. Não havia disposição para saltos altos e arriscar a cair com um bebé sempre em braços. Não queria perturbar com cheiros artificiais nem produtos sintéticos aquele ser amado.
Muitas vezes nem havia tempo para banho e o cheiro a bolsado era o meu companheiro habitual que não me deixava esquecer a minha condição de mãe recente. Os cabelos passaram a andar presos num rabo de cavalo mal amanhado, com pasta de bolsado nas pontas e a cheirar a azedo.
A convivência com esta nova realidade operou uma transformação em mim.
Hoje, passados 5 anos, já não uso saltos altos, nem perfume, nem máscaras visíveis. As invisíveis às vezes ainda teimam em aparecer!
Agora, gosto do meu cheiro! Já com direito a banho mais frequente e sem o característico cheiro a azedo dos primeiros meses. Às vezes ainda aprendendo e me surpreendendo com alguns aromas menos desejáveis (socialmente falando, pois claro!)....
Gosto dos meus cabelos grisalhos, madeixas naturais que emolduram o rosto, e que as algumas outras mulheres teimam em querer que eu esconda.
Hoje sinto-me incomodada com o cheiro a químicos de perfumes sintéticos e amaciadores de roupa…
Hoje, gosto do cheiro a gente!
Gosto do cheiro a gente limpa, a gente lavada com sabão natural. Gosto do cheiro a pele lavada.
Gosto do cheiro a gente, gente humana, gente que cheira a gente e me lembra que somos todos gente da mesma raça, da mesma natureza, filhos da mesma Terra.
Gosto do cheiro a pessoas, pronto!


Serei estranha?

sábado, 31 de dezembro de 2011

Meio ano de ausência

Voltei!
Sinto que desiludi algumas pessoas que gostaram de ler aqui. Principalmente desiludi-me a mim própria, pois julguei capaz de fazer um trabalho de qualidade que afinal ficou pelo caminho.
Não sei se vou continuar  com este blog!
O tempo é pouco e preciso de uma organização que ainda não tenho para continuar a escrever.
Outro motivo que põe em causa este blog é o facto de ler alguns blogs tão interessantes que fico a pensar que eu não consigo fazer melhor do que já existe na web.
Cheguei a pensar em escrever sobre psicossomática das doenças, pois considero que este é um tema fundamental para a consciência humana e há ainda muito pouco escrito sobre o assunto. No entanto, era um pouco cansativo para mim estar a transcrever os textos dos autores sobre as temáticas.
Por outro lado, na altura em que estamos doentes lá em casa e eu me dedico a essas reflexões, é também quando ficou com menos disponibilidade para o blog.
Acresce ainda dizer que fiquei um pouco constrangida por estar a expor o mais intimo da minha família e amigos ao relatar a psicossomática das doenças que vamos tendo....
Enfim!
Contudo, a experiência é positiva e deu-me muita alegria esta partilha.
Veremos o que vou decidir fazer em 2012.
.....

sexta-feira, 25 de março de 2011

30 minutos só para Mim

Resolvi dedicar 30 minutos por dia a Mim e depois de uns tempos de interregnos voltei a meditar!
Tão bom!
Faços apenas duas vivências muito simples:
Primeiro fico 15 minutos a olha para a chama de uma vela (a mais de 1 m de distância para não queimar a retina).
Depois fico 15 minutos em silêncio concentrada no self.
E finalmente ficou 5 minutos a relaxar, defrutar,...
E ficaria ali mais tempo....
Já em tempos tinha feito esta prática de uma forma continuada com excelentes resultados na tranquilidade, eliminação de tensões, ampliação da persepção, amorosidade e alegria de viver.
Agora retomei e desejo continuar.

Bom fim de Semana

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A (minha) verdade sobre a amamentação

Imagem retirada do site http://www.mamaraopeito.org/
Muita coisa se escreve sobre os benefícios da amamentação, sobre como é cómodo ter o leite quentinho e sempre disponível, sobre as vantagens para a saúde do bebé e da mãe…
Consultei fóruns, blogs, sites, SOS Amamentação, Mamar ao Peito, … Li os livros do Dr. Carlos Gonzalez, da Laura Gutman, do Michel Odent, … li os manuais de aleitamento da OMS, … Falei com a minha Doula, com outras Doulas, com Conselheiras em Amamentação. Aprendi muito, a todas e a todos o meu sincero agradecimento. Muito me ajudaram quando eu necessitei e muito contribuíram para o sucesso da amamentação. Na verdade, sem todo este apoio não teria sido capaz de amamentar.
Mas há uma coisa que ninguém fala e que é o motivo que justifica toda esta necessidade de apoio, é que o acto de amamentar é muito difícil. Amamentar um bebé não é o caminho mais fácil, é o caminho mais difícil! É necessário ter muita coragem, muita persistência, muita vontade de amamentar, pois caso contrário, a desistência é, certamente, o caminho mais fácil.
Não desejo assustar as futuras mamãs! Eu que sou acérrima defensora a amamentação! Eu que ultrapassei todas as dificuldades (subida de leite muito dolorosa, pensei que não tinha leite, que o meu leite não saciava o bebé,…) e ainda hoje continuo a amamentar! Claro que não quero assustar ninguém. Antes quero dizer, persistam, sigam o vosso coração, porque é possível!
Mas, hoje, apeteceu-me escrever sobre aquilo de que não se fala, mas que eu trago no coração e acho que poderá fazer eco nos corações de outras mães. Hoje quero escrever sobre as dificuldades da amamentação, principalmente aquelas que reflectem, de alguma forma, a minha própria experiência.
Na verdade, a amamentação deveria ser a coisa mais fácil do mundo! O leite deveria fluir natural e facilmente da mãe para o filho, ou filha, associado a um acto de prazer e livre de ansiedades, angústias ou dores. Afinal somos mamíferos! Sim, mamíferos como os outros mamíferos que vivem na Natureza, como os elefantes, os leões, os tigres, os cães, os gatos, os ratos, as baleias, … E não vemos os bebés leões a chorar por não estarem saciados com o leite das mães. Somos mamíferos, porque temos mamas e mamamos.
Mas na nossa sociedade ocidental moderna, a amamentação tem que conseguir superar uma série de obstáculos.
Nos primeiros dias, após o parto (que, normalmente em ambiente hospitalar, não é um momento empoderador) há que passar pela angústia de não saber se o leite é suficiente, em quantidade e em qualidade, para alimentar um bebé que não pára de chorar ou que não aumenta os gramas desejados na maternidade. Aumentar de peso nos primeiros dias é missão quase impossível, pois já está provado que nos primeiros dias os bebés perdem peso, mas ainda há quem tenha a ilusão da necessidade do bebé ganhar peso antes de abandonar a maternidade. E para o choro do bebé, a solução também costuma passar pela administração de suplemento de leite artificial.
Depois, por volta do terceiro ou quarto dia, há que passar pela subida do leite. Situação esta, muitas vezes fisicamente dolorosa, à qual se junta a angústia provocada pelo bebé que não pára de chorar.
Se os mamilos gretarem ainda dói mais, e tenho ouvido relatos de mulheres que não conseguem ir para além desta dificuldade!
Mais uns dias e pode surgir o refluxo que também é tratado como mais uma oportunidade para pôr fim à amamentação! Até agora tudo o que li sobre amamentação justifica que esta é o melhor para o bebé e mesmo em caso de refluxo continuar com o leite materno é o mais aconselhado. No entanto, uma amiga diz que o pediatra lhe disse para parar de amamentar por causa do refluxo do filho, passando este a tomar leite anti-refluxo! Eu fiquei perplexa!
Depois de passadas estas situações que ocorrem, em geral, nos primeiros dias, surge, por volta do primeiro mês de vida do bebé uma alteração no leite materno, que passa de leite de transição a leite maduro. Muitas mulheres relatam que por volta do primeiro mês, ou mês e meio do bebé, deixaram de ter leite! Dizem que as mamas ficaram mais pequenas e já não têm leite para alimentar o filho. Se amamentaram até aqui, passando por algumas destas dificuldades e sem apoio, é agora que muitas vezes acabam por desistir desta árdua missão de amamentar o bebé.
Mas há mulheres que persistem e com coragem continuam a amamentar, seja por não sentirem muitas das dificuldades aqui descritas, seja porque tiveram algum apoio que lhes permitiu chegar um pouco mais longe na amamentação.
Eis que chega o momento de regressar ao trabalho! Este é também um momento crítico para a continuidade da amamentação. A questão do regresso ao trabalho, provoca uma alteração substancial na vida da mãe e do bebé, pois agora deixaram de ter a possibilidade de estar juntos todo o dia e de poder amamentar livremente, para estarem juntos apenas ao fim do dia e durante a noite. O tempo disponível para a amamentação fica muito restrito.

A juntar a isso, a mãe passa a ter mais uma ocupação diária, além de cuidar da casa e da criança. Nesta situação, quando chega a noite a mãe, em geral, está cansada e deseja dormir, pelo que a amamentação nocturna, muitas vezes passa a ser mais um tormento do que um acto de prazer entre mãe e filho. Muitas das minhas amigas desistiram nesta fase, umas referem que deixaram de ter leite e outra dizem que os filhos se desinteressaram da mama tendo preferido o biberão! (Talvez no futuro passemos de mamíferos a biberoníferos!)
Mesmo continuando a amamentar e a trabalhar, o facto é que as crianças amamentadas acordam muitas vezes durante a noite. Os amamentados acordam, em geral, mais vezes do que bebés que bebem biberão. E uma mulher que passa o dia a trabalhar tem mesmo que dormir. Estar submetida, meses a fio, a duas ou três horas (quatro ou cinco, na melhor das hipóteses) de sono nocturnas é uma tortura. Dizer que ao dormir com o bebé pode amamentá-lo sem se incomodar é muito fácil, mas a realidade não é bem assim. De facto, dormir com o bebé ajuda muito, pois não é necessário a mãe levantar-se para amamentar, mas não resolve a falta de horas de sono da mãe. Eu pessoalmente, só às vezes é que consigo dormir enquanto a minha filha mama, e quanto mais cansada estou mais difícil é para mim amamentá-la e dormir. E não sou a única a referir esta dificuldade!
Por último, mas não menos importante, a adicionar a tudo isto, junta-se a situação do companheiro. É que este também tem queixas e exigências, pois o bebé surgiu e ocupou toda a atenção da mãe. Enquanto o bebé está a mamar só há lugar para dois, mãe e filho, o que muitas vezes provoca o ciúme inconsciente do pai que acaba por, de certa forma ficar ressentido com a situação. Acredito que todos os pais fiquem orgulhosos com facto dos seus filhos serem amamentados, mas também acredito que, lá no fundo, se sintam postos de parte durante estes momentos. E quanto mais frequentes e intensos forem, mais os pais se sentem postos de parte!
Além de se sentirem postos de parte por causa do bebé, a mulher, em geral, já não tem o mesmo desejo sexual que tinha antes! Agora nunca lhe apetece, apesar de às vezes até se entregar, já não é com o mesmo entusiasmo. Este facto perturba muito a relação do casal e causa um sentimento de dualidade à mulher, que muitas vezes se sente dividida entre o companheiro e o bebé.
Depois de ter lido o livro do Dr. Michel Odent, percebi que esta alteração na sexualidade está justificada cientificamente e é desejável que seja assim. O acto de amamentar provoca a libertação de hormonas de prazer na corrente sanguínea da mãe e do bebé que mama, semelhante ao que acontece numa relação sexual entre dois parceiros. Neste sentido, o desejo sexual da mulher encontra-se, de certa forma preenchido com a relação com o bebé. Laura Gutman também refere este facto.
Ora, é obvio que tudo isto provoca muitas tensões no seio do casal, e tensões, stress, ansiedade, cansaço, … são tudo factores que inibem a produção de prolactina! Portanto, mais uma vez a amamentação fica em risco.
Acrescento ainda a questão social… Hoje, no nosso tempo, na nossa sociedade, a amamentação tornou-se num acto heróico, o qual é apreciado por uma minoria e desprezado pela maior parte das pessoas. Verifiquei que a partir de uma certa idade, a partir do primeiro um ano da criança, começa a ser visto como algo de estranho e até indesejável. Amamentar até aos dois anos é visto como algo de anormal fruto de ideias desviadas e do socialmente aceitável. Uma amiga que não amamentou até me veio perguntar se não fará mal à minha filha mamar depois dos dois anos de idade! Estamos mesmo desviados do comportamento natural e saudável, numa sociedade onde o biberão e o leite de vaca passam a ser vistos como a melhor coisa para a criança em detrimento do leite materno!
A quem não conseguir amamentar, seja por que motivo for, sinto muito. Certamente foi a decisão possível nesse momento e a mãe fez o melhor que foi capaz, para si e para o bebé. Talvez não tivesse tido acesso a toda a informação disponível sobre o assunto, ou talvez não tivesse tido o apoio necessário. Porque, para amamentar, hoje, é preciso apoio e muito!
Para quem consegue lidar com tudo isto, e outros factores inibidores não referidos aqui, e continuar a amamentar até aos dois (ou mais) anos da criança, os meus sinceros parabéns! A mulher que consegue este feito já é digna de uma medalha, pois certamente que percorreu uma longa e conturbada caminhada.
E a medalha está ganha! A medalha é dada pela saúde da mãe e o do filho, é dada pelo vínculo que se estabelece entre os dois, pelo prazer de amamentar.
A amamentação dá-nos momentos únicos na vida, na vida de uma mulher e do seu filho, momentos que não podem ser vividos de outra forma nem percebidos por quem não tem acesso a eles. É uma maneira mágica de dizer ao nosso filho “Eu Amo-te! Ainda bem que existes na minha vida!”.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Feliz Dia de S. Valentim!

Agora percebo porquê que me sinto tão romântica...

Só agoro percebi que Hoje é Dia de S. Valentim!

O AMOR é a resposta!